Estamos acompanhando de perto os anúncios da Google no Google I/O, em Mountain View, Califórnia.

Por Arthur Kenzo Motinaga Sato, Dev Rel da TOTVS

(Texto publicado originalmente no Medium do TOTVS Developers)

No segundo dia do Google I/O, que estamos cobrindo diretamente da Califórnia, rolaram várias sessões diferentes e cada participante seguiu a trilha que mais o interessava. Veja abaixo as que mais chamaram nossa atenção e que acreditamos que você deveria saber:

Talk inspiracional da Mae Jamison

Logo pela manhã, começou com um talk inspiracional da Mae Jamison, a primeira astronauta negra do mundo, sobre superação e a importância de “looking up” ou olhar para cima.

Google Stadia

Aproveitando o intervalo entre as sessões, nós pudemos entrar na área de Sandbox e testar o tão esperado Google Stadia. Apesar de estar na versão beta, com a conexão feita a cabo e não wireless – como foi mostrado na GDC, em março –, ele entrega o que promete. E é imperceptível qualquer delay a mais que toda  conexão com o cloud poderia gerar. Infelizmente, os desenvolvedores do Stadia não puderam nos informar qual a conexão mínima para jogarmos em casa, mas revelaram que até o fim do semestre já deve sair nas lojas.

Novidades no Angular

Para os desenvolvedores web, rolou um talk do Stephen Fluin e Vikram Subramanian sobre os últimos desafios do Angular para ajudar as aplicações a ficarem menores e mais rápidas e melhorar as técnicas de diferential loading. Eles também contaram um pouco sobre o Projeto Ivy, que é uma engine de renderização do Angular.

Inteligência artificial para o bem estar social

Outro assunto muito falado no I/O é o apoio que a Google tem dado para o uso de inteligência artificial para o bem da sociedade. No keynote, mostraram o uso do tensorflow em radiografias para o diagnóstico de câncer e fazer uma análise preditiva de área que podem sofrer com enchentes no sudeste asiático.

No sandbox, pudemos ver outros usos das mais novas técnicas de machine learning, como o da foto abaixo que conseguia identificar os animais marinhos só usando o reconhecimento de sons.

Linux para chromebooks

Ano passado, quando foi anunciado o Crostini, a plataforma que possibilita rodar um Linux diretamente do seu chromebook, vários desenvolvedores pararam de enxergar o sistema operacional como algo apenas para produtividade, mas também como uma possível ferramenta de trabalho dos devs.

Nessa talk, Tom Buckley, Sudha Brolawsky e Dylan Reid mostraram a arquitetura do Crostini e o desafio de manter uma segurança elevada e simplificar o uso para o usuário final.

 

E rolou também um encontro dos brasileiros que estão por aqui 🙂

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